-SILÊNCIONACHUVA-

Cálida morta! Cálida morta!
Por que adentras em minha mente?
Cálida morta! Cálida morta!
Por que só em dor tem se feito presente?

Assim que o astro Sol se põe a crepitar sobre a face em que me encontro, e os meus olhos de pouca vontade se abrem, sinto o gosto amargo da tristeza.

Todos os dias, sem exceção, penso no teu rosto. Este fato me adornava como pérolas de alegria, mas agora se apresenta como mero requinte de uma irônica maldade. Coisa nefasta que a roda do tempo guarda para os que sucumbem perante este mal.

Não me sinto em uma cova rasa, ou que já cheguei no fim de um profundo poço, mas que permaneço em queda contínua. 

Diz-se que o Sol nos dá vida. 
Não vou agradecer à este maldito por essa maldição.



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